
O Partido dos Trabalhadores (PT) protocolou um recurso para reverter uma decisão judicial que encerrou, em primeira instância, um processo movido contra a influenciadora digital Jojo Todynho. A legenda busca dar continuidade à ação após a rejeição inicial da queixa-crime, que ocorreu no dia 16 de fevereiro.
A controvérsia teve início em 2023, quando Jojo Todynho declarou, durante participação no podcast Conversa Paralela, ter recebido uma suposta proposta de R$ 1,5 milhão para apoiar a candidatura presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com a influenciadora, o contato inicial teria sido feito por telefone, com uma posterior formalização durante um almoço. O PT, por sua vez, negou veementemente as alegações, afirmando que as declarações eram falsas e prejudicavam sua reputação.
A disputa judicial foi inicialmente analisada pelo juiz Fernando Augusto Andrade Conceição, da 14ª Vara Criminal da Barra Funda, do Tribunal de Justiça de São Paulo. Em sua decisão, o magistrado rejeitou a queixa-crime liminarmente, avaliando que o processo não apresentava justa causa para prosseguir. Segundo o juiz, as declarações de Jojo Todynho não indicavam diretamente o partido como responsável pela suposta oferta e não configuravam ofensa à honra ou reputação da legenda. Além disso, ele destacou que a contratação de artistas e personalidades para campanhas eleitorais é uma prática comum e não desonrosa.
No recurso apresentado, o PT sustenta que, apesar de o nome da sigla não ter sido citado explicitamente, as declarações da artista faziam referência direta ao partido. A legenda argumenta que, como responsável pelas campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a fala de Jojo Todynho não seria genérica ou imprecisa, mas sim direcionada. O partido contesta o entendimento do magistrado, afirmando que a influenciadora não descreveu uma contratação regular, mas insinuou a existência de uma abordagem irregular ao mencionar um contato por telefone “pra não deixar rastro”, o que, para a defesa, sugere uma tentativa de ocultar a negociação e configura a imputação de um esquema financeiro oculto, lesando a imagem e credibilidade do partido.
Diante dos argumentos, o Partido dos Trabalhadores defende que existem elementos suficientes para que o processo seja recebido e tenha continuidade, apontando indícios claros de autoria e materialidade. Com a nova tentativa judicial, a legenda solicita que a decisão que rejeitou a queixa-crime seja reconsiderada pela Justiça, permitindo o prosseguimento da ação contra Jojo Todynho e buscando uma nova avaliação do mérito da acusação.
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