O governo Lula resiste à ideia de integrar um Conselho de Paz sugerido pelo presidente Donald Trump a um grupo de países, dentre os quais o Brasil. A carta foi encaminhada pelo americano a Lula na sexta-feira (
A avaliação é a de que, da forma como está concebido, o conselho deixa poder excessivo nas mãos de Trump, com o presidente americano decidindo a pauta e quais países integrarão o colegiado.
A carta do conselho também é muito ampla, deixando muitos pontos em aberto, ou seja, a possibilidade do conselho atuar em diversos conflitos pelo mundo.
A leitura, na prática, é a de que o conselho proposto por Trump se sobrepõe ao Conselho de Segurança já existente na ONU, que tem cinco países com cadeira permanente e dez rotativos.16) à tarde, e as primeiras análises no entorno do brasileiro são críticas à proposta.

