FGoal exige R$ 5 milhões do São Paulo e a torcida já questiona a alta diretoria

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​A disputa judicial entre o São Paulo e a FGoal, atual fornecedora de alimentos e bebidas do clube, acaba de ganhar contornos de crise institucional grave. Segundo informações exclusivas divulgadas inicialmente pelo portal ge, a empresa cobra na Justiça o valor de R$ 5 milhões após uma tentativa de rescisão de contrato que vem levantando sérias dúvidas nos bastidores do Morumbi.

​O estopim da controvérsia, no entanto, vai muito além dos tribunais. O questionamento que ganhou força nas redes sociais agora tem nome e cargo. A diretoria jurídica, liderada por Érica Duarte Pinto Alves, e a diretoria financeira, sob comando de Sérgio Pimenta, eram as áreas responsáveis pelo acompanhamento contratual e financeiro durante todo o período de um ano e oito meses de execução do contrato.

​Diante desse cenário, e com a empresa ainda operando normalmente no clube, a indignação da torcida ferveu na web: se havia irregularidades, por que não foram apontadas antes? Como os mecanismos internos de controle não identificaram qualquer inconsistência ao longo de quase dois anos de prestação de serviços?

​A pergunta que ecoa entre torcedores e conselheiros é objetiva e inevitável: haverá responsabilização de quem tinha o dever formal de fiscalizar? Ou o caso será tratado apenas como reflexo de uma mudança de Presidência, conforme mencionado pela própria diretora em áudio divulgado, justificando que “quando muda, política aqui assim mesmo”? A arquibancada não quer apenas R$ 5 milhões em jogo; o torcedor exige clareza, transparência e respostas imediatas da cúpula tricolor.

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